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Nova edição da Revista Paulo Freire propõe enxergar a história dos povos indígenas em Sergipe. Baixe gratuitamente a publicação aqui na Mangue Jornalismo

Da Redação
(@manguejornalismo)

Já pode ser baixada (fazer o download) gratuitamente aqui no site da Mangue Jornalismo a mais nova edição da Revista Paulo Freire, de responsabilidade do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica do Estado de Sergipe (Sintese) e produzida mensalmente pela Mangue. A versão impressa da revista começou a ser distribuída ontem para todas as escolas públicas de Sergipe pelo Sintese.

Na edição deste mês, a Revista Paulo Freire ilumina uma temática central e invisibilizada: a história dos povos indígenas em Sergipe. São poucos documentos, raras análises críticas e muito apagamento sobre a história dos povos originários no estado. Os vários textos da revista revelam que Sergipe foi erguido a partir do ódio, da escravização, dos massacres e do genocídio contra os indígenas.

Sim, Sergipe é uma terra indígena lavada em sangue e objeto de um perverso e permanente apagamento histórico. Nasce, então, um estado que se pretendia elitista, um latifúndio lavado em sangue, um lugar que se ergue como um grande cemitério de mulheres e homens martirizados e que, ao longo do tempo, consolidou uma forte política de apagamento dessa mesma história.

Os textos sobre os povos originários em Sergipe são de leitura obrigatória, como também outros artigos da revista, a exemplo, da grave denúncia de usurpação das funções normativas do Conselho Estadual de Educação de Sergipe pelo Governo do Estado, através da Secretaria de Estado da Educação e Cultura. Existem alterações no calendário escolar e até na política de aprovação/reprovação que a secretaria não tomou conhecimento das normas do conselho.

Ainda nesta edição há uma importante reportagem sobre a água potável e de qualidade como um direito humano essencial, mas que em Sergipe esse direito está seriamente ameaçado em razão do governador Fábio Mitidieri (PSD) querer privatizar a Companhia de Saneamento de Sergipe (Deso).

Além disso, a cada edição da Revista Paulo Freire é publicado um texto do próprio mestre Paulo Freire. Na edição de agora o texto é sobre a importância do ato de ler. Para ele, o ato de ler a palavra é precedido pelo ato de “ler o mundo”. Trata-se também de uma leitura obrigatória oferecida por essa publicação político-pedagógica do Sintese, especialmente para os profissionais do Magistério.

“Paulo Freire, no texto sobre a importância do ato de ler, diz que a leitura “implica sempre na percepção crítica, interpretação e ‘re-escrita’ do lido”. Com essa provocação do grande mestre, convido todo mundo para a leitura desta edição e para sua reescrita nesse espaço e nos mais diversos ambientes” convoca Roberto Silva, presidente do Sintese.

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