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Aracajuanos esperam um ano por consultas e exames médicos. “É uma sensação horrível. Ter que ir no posto o tempo todo e nada”, desabafou uma paciente

A Constituição Federal de 1988, através do seu artigo 196, assegura que a saúde “é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação”.

Porém, esta não é a realidade na capital sergipana. A Prefeitura de Aracaju conta com 44 Unidades Básicas de Saúde (UBS) e o cumprimento do que determina a Constituição passa longe de ser realidade. Os problemas de acumulam, como a lentidão para marcar consultas e, principalmente, a demora absurda para realização de exames.

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